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quinta-feira, 17 de dezembro de 2009

MAMMA MIA! Here I Go Again...

Como havia prometido, vamos agora falar sobre a grande e tortuosa saga para obtenção do visto. Existem países que fazem uma verdadeira novela pra dar essa autorização, enquanto que outros não fazem muita questão... Na hora de escolher o seu destino, isso pode acabar influenciando!

É do conhecimento de todos que desde o fatídico 11 de Setembro de 2001 toda a nação estado-unidense tornou-se neurótica. Além do mais, a super população de imigrantes ilegais da América Latina não ajudam muito na nossa imagem...

Para obter o visto de Não-Imigrante dos EUA, é necessário passar por uma entrevista junto ao Consulado ou Embaixada além, é claro, de estar com toda a documentação necessária pra comprovação de que você tem fortes vínculos com seu país de origem. O processo demanda um maior investimento, e pode ser realmente cansativo. Maiores informações visitem: http://www.embaixada-americana.org.br

Para entrar na Nova Zelândia o processo costumava ser mais fácil. Se você tivesse nacionalidade de algum dos países “amigos”, era só voar pra lá. Com o tempo, houve uma “invasão” de pessoas ilegais que não estavam interessadas só no turismo e aí a coisa acabou ficando mais complicada. O visto deve ser solicitado junto à Embaixada do país, em Brasília. É necessário que você tenha em mãos documentos que comprovem sua disponibilidade de recursos para se manter lá!

Na Austrália, cada visto exige um tipo de documentação diferente. Você pode obter os formulários no Consulado Geral, em São Paulo, mas ele só pode ser emitido pela Embaixada, em Brasília. Não é necessário contratar o serviço de despachante neste caso, desde que você reúna todos os documentos e os anexe adequadamente e preencha os formulários corretamente.

O visto para a Inglaterra pode ser obtido junto aos Consulados, em São Paulo e no Rio de Janeiro. Assim como os outros países, é exigida documentação que comprove sua renda para se manter lá e comprovante de matrícula numa escola inglesa. Para aqueles que vão a programas work & study, é necessário lembrar que há um limite de 20 horas semanais, em empregos de meio período ou temporários.

E finalmente, Canadá. Reúna toda a documentação disponível para comprovar seus vínculos com o país de origem (comprovante de matrícula da faculdade, carta da empresa onde trabalha etc.), comprovação de que você terá renda disponível para viver lá durante o período solicitado, comprovante de matrícula numa escola canadense e tudo o mais que for solicitado pela sua agência.

De resto, é ficar em casa torcendo. A aprovação do visto pode demorar de 5 a 15 dias, a depender da sua localização (se solicitou serviço de despachante, ou se foi pessoalmente à embaixada). Antecedentes criminais e nome sujo no SPC podem gerar uma baita dor de cabeça e haverá grandes chances do seu pedido ser negado, portanto fique esperto!

Espero que o post tenha sido útil! Para maiores informações sobre obtenção de visto, consulte a sua agência de intercâmbio ou procure os sites das embaixadas e consulados do seu país de destino! (:

Obrigada por ler,

See ya.

terça-feira, 15 de dezembro de 2009

Where do you Go?


Então você decidiu que já é hora de fazer um intercâmbio. Já conferiu entre as agências aquela que tem os melhores preços e as melhores indicações. Agora é hora de definir AONDE você vai...

Falarei brevemente das principais opções para quem pretende melhorar o inglês fora do Brasil:

- Inglaterra: Terra da Rainha, do fish & fries, das melhores universidades do mundo, do chá das cinco... Com uma grande variedade de atividades culturais e ainda a vantagem de poder dar um “pulinho” nos outros países da União Européia, este é o destino favorito da maioria dos estudantes.

Há, porém algumas desvantagens. Apesar de terem aderido à UE, os britânicos mantiveram sua moeda, a libra esterlina, que sempre foi muito forte. Geralmente sua cotação é mais alta que a do próprio Euro. O custo de vida lá pode ser bem alto para estudantes. Então, se a reserva de dinheiro for curta, talvez seja melhor procurar outro destino...

- Austrália: Uma das grandes vantagens deste país é o fato de estar localizado no mesmo hemisfério que o nosso, fazendo com que as estações do ano coincidam. Esta é uma boa opção para quem só pode viajar durante os meses de janeiro a março e não está muito animado com a idéia de encarar um pouco de neve. Além disso, o dólar australiano tem cotação geralmente inferior ao dólar americano, tornando o custo de vida lá relativamente econômico.

O “pequeno” problema deste destino é a distância. As passagens de avião para a Austrália podem ser realmente caras, fazendo com que a opção mais econômica se iguale com as outras apenas por este custo.

- Nova Zelândia: Cenário de grandes produções como “O Senhor dos Anéis” este é um destino que encanta por suas belezas naturais.
Em alguns casos, não é necessário emissão de visto para entrada no país (informe-se melhor junto à sua agência).

É vantajoso pelas mesmas razões que a Austrália (exceto pelo seu inverno, devido à sua maior proximidade com o Pólo Sul) e também problemática pelos mesmos motivos que sua grande irmã.

- Estados Unidos: Eu poderia passar horas falando das coisas boas dos EUA, mas isso eu deixo para os verdadeiros fãs deste país.
A grande questão é que está cada vez mais difícil para os Sul-Americanos conseguir um visto de entrada no país. A exigência de uma entrevista (quando não há escritórios da Embaixada em todos os estados) tem feito muitos optarem pelo seu vizinho Canadá.

- Canadá: Minha escolha. Um dos mais altos IDH do mundo, algumas das melhores cidades para se viver estão lá. O custo de vida pode ser um pouco elevado em algumas cidades, mas o valor do dólar canadense (geralmente mais baixo que o dos USA) torna o custo da viagem vantajoso.

Creio que o clima de algumas regiões do Canadá não seja tão convidativo em determinados períodos chuvosos, fazendo com que suas cidades ganhem apelidos como “Raincouver” (Vancouver, exatamente pra onde eu vou). Se você estiver acostumado demais a temperaturas de 30° durante o ano inteiro, pode não ser uma boa idéia. Além disso, por ser um destino relativamente barato, você encontra muitos brasileiros e gente de todas as nacionalidades vivendo no país, o que pode tornar a tarefa de conhecer a cultura genuinamente canadense um pouco complicada.

Nossa! Acabei me empolgando... Acho que vou deixar o visto para a próxima atualização! (:

Obrigada por ler,

See ya.